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segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Perda de peso melhora saúde e humor de pessoas com depressão



Segundo um estudo efectuado pela Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, os pacientes depressivos perdem não só 8% do seu peso inicial, e redução dos níveis de triglicérides, como também experienciam uma redução significativa dos seus sintomas depressivos.

Os resultados foram constatados após seis meses do programa comportamental de perda de peso, tendo os investigadores avaliado 51 pacientes com depressão e pessoas saudáveis, notando que o programa de exercícios apresentou benefícios para a saúde física e mental dos participantes."Esta pesquisa é nova porque indivíduos clinicamente depressivos normalmente não são incluídos em testes de perda de peso por causa de preocupações de que a perda de peso possa piorar a sua depressão”, adiantaram os autores do estudo.

Os especialistas acreditam nos benefícios da perda de peso para os sintomas depressivos, níveis de triglicérides, o chamado "bom" colesterol, glicose e insulina, concluindo assim que a depressão e a obesidade encontram-se associadas de forma independente a um risco maior de doença cardíaca e derrame cerebral, sendo que essas reduções no peso corporal e nos sintomas de depressão provavelmente melhoram os resultados a nível da saúde a longo prazo

.Fonte: Boa Saúde Pedro Santos

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

12 dicas para ser Feliz

Tenho pensado o que é esta tal felicidade que todos nós buscamos?
Na minha profissão como psicóloga, uma das coisas mais importantes é ajudar com que as pessoas encontrem sua estabilidade emocional e se possível em alguns momentos a felicidade.
Mas o que nos faz feliz?
Qual é a receita para encontrá-la?
Acho que seria muito pretensioso da minha parte achar que sei (mesmo pq não sei.. rs), mas sei e posso dizer algumas dicas que poderão (assim espero) ajudar nesta busca...neste encontro.
Vou compartilhar as minhas conclusões com vocês.

1 - Aprenda a se amar.
Fácil? claro que não! mas o importante é tentar, persistir e aprender....
Tenha claro para você quais são suas qualidades e tente controlar seus defeitos.
Faça coisas para você e cuide-se em todos os sentidos!
2-Aprenda a dizer não
Sempre que algo lhe for solicitado, pergunte-se primeiro se quer fazer aquilo... geralmente queremos tanto agradar aos outros que dizemos SIM sem pensar e não dizemos NÃO por medo da rejeição ou por timidez. Isto acarreta um profundo desapontamento próprio e mais, uma sensação de impotência frente ao outro.
Isso nos faz muito mal.
3. Não tente agradar a todos
É muito difícil agradar a todos. Por isso, se esse for esse o seu objetivo, vais sempre ficar insatisfeito. Tente ser autêntico e agradável.
Se alguém não gostar de você assim, paciência!
4. Faça um esforço para se sentir melhor como você é ou se animar para mudar aquilo que te incomoda.
Tem coisas que não conseguimos mudar... as vezes só melhorar e olhe lá! Neste caso temos duas opções... ou ficamos nos lamentando o resto da vida ou damos um jeito para aceitarmos determinadas situações.
Se você acha que está gorda por exemplo e sabe que não conseguirá ser feliz assim, arranje tempo para fazer exercício. Se proponha a comer melhor, faça uma reeducação alimentar se inspire nas meninas dos diversos Blogs que já conseguiram emagrecer de forma saudável.
Assim, quando se sentir melhor, vais ficar orgulhosa pelo esforço feito.
5. Saiba aceitar críticas
Receber críticas é invariavelmente muito difícil!
SEMPRE tente ver as críticas como construtivas e tente aprender algo com elas.
Isso vai te dar um grande prazer.
6. Inicie um novo hobbie
E não precisa de ser de nada caro...
Algum artesanato, colecionar algo ou mesmo tirar fotos de algo que ache interessante (pode ser de animais, bebês, paisagens etc).
E ainda poderá partilhá-las com o mundo, poste em um Blog. Com sorte ainda acabará conhecendo pessoas com o mesmo gosto.
7. Escreva
Inicie um blog ou um diário.
Assim, sempre que algo bom, ruim ou diferente acontecer e você for escrever isso fará com que você preste mais atenção nas coisas, pensar como elas aconteceram, fará você pensar a respeito da situação e se perceber frente a ela.
Este é um ótimo exercício de auto-conhecimento!
8. Tenha um laser, encontre pessoas com gostos semelhantes
Pode ser dançar, para jogar cartas, fazer tricot, ver futebol, ir às compras, etc. Assim, você poderá partilhar bons momentos de diversão, trocar ideias sobre o assunto e aprender mais com os outros.
9. Poupe pequenas quantias, para satisfazer um desejo maior
Se todos os dias comprarmos uma besteirinha no valor de 1 real, ao fim de 360 dias teremos gasto 360 reais. O que dará mais prazer? Acumular quinquilharias ou fazer uma viagem no final do ano? Se a resposta for a viagem, então começa a poupar!
Tenha sonhos, metas e se programe para realizá-los
10. Faça atividade física
É sabido que a atividade física além de ser bom para o corpo é bom para a alma.
Quando nos exercitamos liberamos endorfina, dopamina e uma série de outras substâncias que contribuem para o nosso equilíbrio emocional além de amenizar os sintomas da ansiedade e da depressão
11. Brinque e dê risadas
Se tiver filhos, sobrinhos ou filhos de amigos, brinque com eles.
Acorde sua criança interior corra, jogue, faça desenhos, brinque de mímica ou pule corda.
Relembre como é ter a alegria simples deles.
Nada melhor para renovar nossa alma!
12. Ajudar quem está à sua volta
Saiba que existem milhares de pessoas com problemas piores que os seus, por isso olhe para o lado!
Procure um trabalho voluntário, asilos, hospitais, abrigos de crianças, abrigo de animais sempre necessitam de pessoas dispostas a ajudar. Tenho certeza que ajudando alguém você verá que seus problemas não são tão grandes assim e se sentirá mais feliz e orgulhosa por ter feito algo útil.
Tentem!
Beijos....

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Depressão - Uma questão de peso



Nem sempre a sensação de que a vida “perdeu o colorido” induz à falta de apetite e ao consequente emagrecimento.

Muitas vezes, esta impressão faz o ponteiro da balança disparar, levando à obesidade.
O fato é que as duas doenças estão intimamente ligadas.
Quem esclarece o assunto é a psicóloga e mestre em nutrição Mara Lofrano, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
Como a depressão pode desencadear a obesidade?
Isto ocorre quando a comida é usada como mecanismo compensatório (a pessoa se alimenta na tentativa de aliviar a tristeza), havendo episódios de compulsão alimentar. Além deste fator, o uso de antidepressivos, que aumentam o apetite, pode alterar o metabolismo deixando-o mais lento e propenso ao ganho de peso. Devemos levar em conta, também, o próprio distúrbio emocional. Ele faz a pessoa ficar sem ânimo para praticar atividades físicas, optando, ao contrário, por ficar em casa, deitada e isolada do mundo. Tal inatividade tende ao aumento da massa corporal.
Na situação inversa, quando é que a obesidade gera a depressão?
Nesse caso, os fatores que contribuem para o quadro são: baixa autoestima, insatisfação com a imagem corporal, isolamento social, sentimentos de rejeição, frustração, culpa e vergonha.
A compulsão alimentar, então, já é uma manifestação da depressão?
Sim. Ela, inclusive, acomete até 30% das pessoas com obesidade. Portanto, ficar atento a este “sinal” é uma forma de detectar que algo não está bem. Este descontrole alimentar frequente pode ser fruto de conflitos emocionais e, se não tratados, podem causar um estado depressivo.
Existem outros problemas de ordem emocional que podem ocorrer em pessoas com peso excessivo?
Sem dúvida. A obesidade é um fator de risco para o desenvolvimento e/ou agravamento de doenças psiquiátricas tais como: transtorno bipolar, transtorno alimentar e ansiedade generalizada. Entretanto, isto não significa que todos os obesos estejam propensos a estes distúrbios.
Há estatísticas que comprovam a relação entre obesidade e depressão?
Sim. Estudos demonstram que 30% das pessoas podem ter depressão ao longo da vida, enquanto os indivíduos obesos têm até três vezes mais (89%) chances de manifestá-la..
Existe um elo forte entre depressão e obesidade. O tratamento deve ser feito em longo prazo, atrelado a mudanças no estilo de vida
Numa população obesa, qual é o período mais “propício” para que ela se manifeste?
Na adolescência existe uma busca pela aceitação. Os jovens passam, sobretudo, a ter dificuldades de entender e lidar com seu novo universo – físico e mental. Há ainda uma extrema preocupação com a imagem corporal. Dentro deste contexto, é possível dizer que a depressão seja mais comum nesta fase. No entanto, vale ressaltar que os sintomas desta doença, podem surgir em qualquer idade. O que influencia – de fato – é o grau de obesidade apresentado pela pessoa, os conflitos emocionais, baixa autoestima, insatisfação com a aparência, isolamento social, bem como sentimentos de inferioridade, culpa, vergonha, medo, dentre outras questões que podem aparecer.
Qual seria o tratamento indicado para uma pessoa obesa e depressiva?
Como, acima de tudo, a obesidade é uma doença multifatorial (provém de diversas causas), é importante o acompanhamento e controle de médico, psicólogo (ou psiquiatra, mediante a necessidade de antidepressivos), nutricionista e educador físico. Este é o ÚNICO tratamento efetivo para essa doença e deve ser feito em longo prazo, atrelado a mudanças no estilo de vida.
Entre estes novos hábitos, qual deles você destacaria?
A prática esportiva. Exercícios são indispensáveis à saúde física e psicológica. Além de reduzir medidas, ameniza os efeitos do estresse, que podem levar à depressão. No entanto, é válido ressaltar a importância do acompanhamento de um profissional habilitado (educador físico) para definir o tipo, a intensidade e a duração desta atividade. Incorporá-la ao dia a dia só trará benefícios.
A discriminação que uma pessoa obesa sofre, devido à sua condição, acentua a depressão. O que ela pode fazer para administrar essa situação?
Não existe uma atitude “correta” para evitá-la, porque cada um tem maneiras diferentes de lidar com questões, que podem incomodar ou até mesmo “ferir” seu estado psicológico. Contudo, buscar “dentro de si” recursos próprios de enfrentamento para tais situações é essencial. Sobretudo, acreditar na sua capacidade de mudança. Na maioria das vezes, no entanto, a pessoa não é capaz de encontrar a “saída” sozinha, desta forma, é imprescindível a atuação de um psicólogo para auxiliá-la.
Shirley Santos

domingo, 23 de agosto de 2009

DEPRESSÃO -VOCÊ PODE TER E NÃO SABER !!!


As vezes o sintoma primário da depressão não é a tristeza clássica, aquele choro descontrolado ou a vontade de só ficar na cama, podem ser: ansiedade, irritação, falta de auto-estima, aumento ou diminuição do peso, distanciamento social, falta de vontade de fazer coisas que antes lhe eram agradáveis, esquecimento, diminuição da libido, cansaço, falta de energia em fazer as coisas, excesso ou falta de sono, pressão no peito, dores pelo corpo, dores de cabeça geralmente não justificadas por problemas médicos...

Trata-se de uma disfunção mente-corpo complexa e que compreende ambos, sintomas emocionais e físicos.

Por isso muita gente tem dificuldade em relacionar estes sintomas com a depressão.

Esta situação (depressão) tanto pode acontecer em qualquer fase da vida.

Muitas vezes, as pessoas com depressão não recorrem à ajuda profissional, pois não associam os seus sintomas aos da doença, especialmente quando se tratam de sintomas físicos ou mudança.

Estima-se que em todo o mundo, cerca de 340 milhões de pessoas sofrem de depressão.

No entanto, 75% nunca receberam qualquer tipo de tratamento.

Atualmente, a depressão é a quarta causa de incapacidade ao nível mundial e pensa-se que em 2020, passará para segundo lugar.

Tratamento:

- Psicoterapia
Vai procurar as causas de você ter ficado doente e ajudar você a fazer as mudanças necessárias na sua vida para que exista uma melhora efetiva e que a depressão não volte mais.
Geralmente adoecemos porque nos esquecemos de nós mesmos, a psicoterapia nos ajuda a aprender a ver nossas qualidades, a cuidarmos mais da gente, o que faz com que nossa auto estima aumente.
- Antidepressivos (com acompanhamento psiquiátrico).
Os antidepressivos ajudam a amenizar os sintomas, mas não curam a depressão... por isso é tão importante o papel da psicoterapia
.
Se você lendo esta lista de sintomas fez você suspeitar que possa estar com Depressão... Procure um especialista para te ajudar.
A Depressão é tratável e ninguém merece arrastar estes sintomas ao longo da vida.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

30 DICAS CONTRA A ANSIEDADE (ALIMENTAR)

1. A finalidade não é “deixar de sentir ansiedade” mas aprender a lidar com ela.
2. Fazer “regime” é grande fonte de ansiedade. “Regime” está ligado à punição, privação, frustração. É “tudo ou nada” ou a gente faz e “não come” ou não faz e devora o que vem a frente. Troque o “regime” por uma orientação nutricional personalizada, equilibrada e SABOROSA! Quem faz regime quer resultados para ontem...
3. Não tente abreviar o processo bancando a “faquir”, pulando refeições ou jejuando para “ir mais rápido”. Além de não adiantar, sua ansiedade será aumentada e você irá direto para o prato. Não fique sem comer por mais de 3 ou 4 horas. Favorece os ataques de comer.
4. É normal sentir ansiedade diante de situações novas e não previstas . Planeje, dentro do seu estilo de vida, horários aproximados e constantes para suas refeições e o que irá comer. Você se acostumará a sentir fome nestes horários.
5. Fome não é catástrofe! Quando senti-la, calma! Observe que sentirá sensações diferentes da “vontade de comer” (um certo vazio no estômago, às vezes fraqueza, etc). Não vá como uma doida para qualquer alimento. Aceite-a tranqüilamente como uma sensação saudável do seu organismo que você irá satisfazer com a comida que foi planejada, ingerida lentamente, muito bem mastigada, concentrando-se “com todos os sentidos”, saboreando cada bocado, fazendo pausas entre as garfadas. De quando em quando preste a atenção na sensação de saciedade que está aparecendo. Pergunte-se “ainda estou com fome?” Se estiver, coma um pouco mais, senão pare! ACOSTUME-SE A COMER PORQUE TEM FOME E NÃO PORQUE HÁ COMIDA DISPONÍVEL.
6. Claro que existem alimentos que devem ser ingeridos dentro de limites, mas não os elimine. Cuidado com “alimentos proibidos!” Dão muita ansiedade, tentação, depois culpa e sensação de “estar tudo perdido!” Não “tranque a boca!” Abra-a com RESPONSABILIDADE!
7. Pior que “sair da dieta” é “achar que saiu da dieta”. A culpa, a sensação de fracasso, leva a uma baita ansiedade que poderá levá-la a comer muito mais. O problema de um bombom a mais é levar à caixa toda, como forma de autopunição.
8. Aceite seus “escorregões”.Encare esses episódios com serenidade. Caiu? Levanta! Errou? Corrige! Falhas ocorrerão e deverão ser encaradas como oportunidades para aprendizagem!
9. INCLUA O PRAZER NA SUA DIETA E EM TODO O SEU ESTILO DE VIDA. Mudar estilo de vida é mudar hábitos. Um novo comportamento só irá se constituir um hábito se for prazeroso.Prazer na comida sim senhora! Comida monótona, ruim, sem gosto leva ao desânimo! AGORA, PRAZER NÃO É QUANTIDADE MAS QUALIDADE! É DADO PELO TEMPO EM QUE MANTEMOS PEQUENA PORÇÃO DO ALIMENTO EM CONTATO COM A PAPILA GUSTATIVA!
10. Da mesma forma, faça exercícios físicos que lhe dêem prazer. O melhor exercício é aquele que, mesmo cansada hoje, você sente vontade de fazê-lo amanhã e não o que é só uma obrigação chata que você não vê a hora de se livrar.
11. Não fique o dia todo pensando em sua dieta e maldizendo-se porque é gorda. Aprimore os outros aspectos da sua vida. Divirta-se, leia, encontre seus amigos! FAÇA! AUMENTE SUAS FONTES DE PRAZER! NÃO EVITE SITUAÇÕES “PORQUE ESTÁ GORDA”.
12. Pergunte-se o que você espera do emagrecimento! Não espere resolver todos os seus problemas adquirindo uma silhueta mais fina! O desapontamento pode ser grande...
13. Verifique se não está havendo uma “ligação direta” da ansiedade decorrente de dificuldades de resolver problemas no dia a dia com a comida. O único “problema” que a comida resolve é o da fome e da nutrição. Os demais precisarão de outras alternativas.
14. Cuidado com os falsos padrões de beleza, inatingíveis para a maioria das pessoas! A busca de um falso objetivo torna-se muito angustiante! Não existe beleza sem saúde e você pode ser bonita sim, sem renunciar à sua individualidade. Desenvolva uma “identidade estética!” Seja você mesma!
15. Fuja do mito do “peso ideal”. Troque-o por “PESO VIÁVEL”. Aquele clinicamente saudável, que a deixe bonita e que seja fácil manter. RESPEITE SEU TIPO FÍSICO.
16. DESENVOLVA SUA AUTO-ESTIMA OU ESTARÁ SEMPRE ANSIOSA E INSATISFEITA! Lembre-se que, tão importante como SER ou ESTAR bonita É SENTIR-SE BONITA! Beleza é uma questão de imagem e AUTO – IMAGEM!
17. Não tenha pressa para emagrecer. Você ficará ansiosa, frustrada, sempre com a sensação de que “não está dando certo” e daí para a comida é um pulo...
18. Cuidado com a “balançomania”. Pesar-se toda hora, todo dia traz enorme grau de frustração. A flutuação de peso é esperada e mal interpretada é realmente angustiante.
19. O stress é companheiro da ansiedade. Desenvolva mecanismos anti-stress. Pratique atividades prazerosas, alguma forma de relaxamento, alguma atividade esportiva recreativa e não competitiva, administre seu tempo. Faça aquilo que você pode realmente fazer em determinada situação. Não se preocupe com o que não pode ser feito! Não adiante nada e você ficará menos ansiosa. INCLUA-SE EM SUA AGENDA!
20. A compulsão alimentar é disparada pela ansiedade. Identifique os primeiros sinais de risco (pensamentos, situações, emoções etc) e faça algo que seja prazeroso e incompatível com ato de comer. Tenha consigo uma lista destas atividades e as acione ao primeiro sinal de ansiedade. Visitar ou telefonar para uma amiga, fazer uma atividade física, digitar um trabalho no computador, escrever, pintar ou fazer um trabalho de argila etc.
21. Adie o mais possível a satisfação do impulso de comer. Se ao sentir os primeiros sinais de ansiedade você der uma caminhada verificará que sua “vontade” de comer diminuiu! O tempo é seu grande aliado!
22. Não tenha alimentos de risco em casa. Se você sentir-se ansiosa para devorar chocolate e tiver que sair para comprá-lo ganhará tempo. Compre só uma unidade. Volte para casa, anote no seu diário alimentar que irá comê-lo. Espere cinco minutos e coma-o lentamente. O chocolate não foi proibido e o impulso foi bastante enfraquecido. Se estiver ansiosa por um bolo, prepare-o. Não o tenha em casa.
23. ALGUMAS FORMAS DE ANSIEDADE ALIMENTAR DECORREM DE PROBLEMAS PSICOLÓGICOS NÃO RESOLVIDOS: afetivos, conjugais, de relacionamento, sexuais, timidez excessiva, depressão, etc. NÃO EXITE EM PROCURAR AJUDA DE UM PROFISSIONAL. Muitas vezes estes fatores mantém uma obesidade e, tratados, levam a pessoa ao emagrecimento.
24. Determinados momentos da vida, mal avaliados, geram grande ansiedade. A mãe que criou seus filhos pode sentir-se “sem função”. Suas fontes de prazer escasseiam e a comida poderá ser priorizada. Se você criou e encaminhou seus filhos, parabéns! Mas a vida não acabou! Faça um curso, reuna suas amigas, vá a uma academia! Cultive outras formas de prazer!
25. VIVA O DIA DE HOJE! Ontem já se foi e o amanhã ainda não veio! O tempo é HOJE!
26. Valorize o que você já fez. Não fique lamentando o que não fez ou o que deveria ter feito!
27. Estabeleça metas viáveis. Por exemplo, começar a caminhar dez minutos todos os dias esta semana. Certamente poderá cumpri-las. Propostas do tipo “vou correr 10 km por dia”, se você é sedentária, são descabidas e causam frustração. Gratifique-se a cada meta conquistada!
28. Você deve emagrecer, por sua saúde, sua beleza, sua vontade. Não para agradar quem quer que seja. Desenvolva uma motivação interna.
29. VIVA ENQUANTO EMAGRECE. NÂO ESPERE EMAGRECER PARA VIVER.
30. COMA QUANDO TIVER FOME! NÃO COMA QUANDO ESTIVER ANSIOSA!
FONTE: http://www.tommaso.psc.br/site/artigos/?id_artigo=56

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Transtorno de Ansiedade


O que é?
A ansiedade traz sentimento desagradável, vago, indefinido, geralmente acompanhado de sensações como frio no estômago, aperto no peito, coração acelerado, tremores, sudorese e podendo haver também sensação de falta de ar.
É um sinal de alerta, que faz com que a pessoa possa se defender e proteger de ameaças, sendo uma reação natural e necessária para a auto-preservação.
Sentimos ansiedade quando estamos apreensivos pelo desconhecido (uma prova, um novo trabalho, um encontro) ou quando temos medo que algo nos aconteça (quando andamos numa rua escura e temos medo de um assalto) Não é um estado normal, mas é uma reação normal, esperada em determinadas situações. As reações de ansiedade normais não precisam ser tratadas por serem naturais, esperadas e auto-limitadas.
A ansiedade patológica, por outro lado caracteriza-se por ter uma duração e intensidade maior que o esperado pra a situação, e além de não ajudar a enfrentar um fator estressor, ela dificulta e atrapalha a reação.
O transtorno de ansiedade generalizada pode se tornar uma doença crônica se não tratada no início e corretamente.
É uma preocupação exagerada e pode vir acompanhado de sintomas como irritabilidade, tensões musculares, perturbações no sono, entre outros.
Costuma causar um comprometimento significativo no funcionamento social ou ocupacional da pessoa, podendo gerar um acentuado sofrimento.
Além de muitas vezes fazer com que a pessoa torne-se compulsiva por alimentos, cigarro, bebida ou drogas.
O que se sente?
A pessoa pode sentir tremores, inquietação, dor de cabeça, falta de ar, suor em excesso, palpitações, problemas gastro-intestinais, irritabilidade e facilidade em alterar-se. Esses sintomas podem ocorrer na maioria dos dias por pelo menos seis meses. É muito difícil controlar a preocupação, o que pode gerar um esgotamento na saúde física e mental do indivíduo.
Como se faz o diagnóstico?
A procura de um profissional especializado é o primeiro passo.
Um psicólogo ou um psiquiatra poderão avaliar e diagnosticar se é ou não um caso de ansiedade generalizada.
Como se trata?
Primeiro o psicólogo utiliza técnicas psicoterápicas para poder descobrir por que a ansiedade se instalou e ajudar o paciente a aprender lidar com ela para que o sofrimento seja amenizado o segundo passo será descobrir a causa desta ansiedade. Ninguém fica doente por acaso, algum motivo houve e nas doenças emocionais isto não é diferente.
Muitas vezes faz-se necessário o uso de medicação (antidepressivos e/ou ansiolíticos) por um determinado período.
A maioria das pessoas já sente uma significativa redução nos sintomas da ansiedade, quando procuram um profissional e conseguem dividir e discutir suas dificuldades, percebem que não são os únicos a sentirem os sintomas e que existe tratamento para tal transtorno.